sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fim de semana - Humor involuntário

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Pra dar uma relaxada no assunto bullying - que pede um tom mais sério por sua importância, veja só essa pérola do humor involuntário que 'pescamos' na maior comunidade sobre estrabismo do Orkut - é só clicar na imagem que abre esse post para vê-la em tamanho maior (ou acessar a página de onde pinçamos a descoberta; é preciso ter uma conta no Orkut para visualizar).

Não entendeu?? A gente te explica!:

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ESPECIAL BULLYING - Quando as tecnologias provocam intimidação

O bullying não precisa necessariamente acontecer no contato pessoal - como na escola, por exemplo, talvez o principal ambiente de convivência para a criança e o jovem. A difusão das novas tecnologias de comunicação tambem criou um meio propício para o assédio moral, o chamado cyberbullying (do qual a pessoa com estrabismo tambem pode ser vítima, se não tiver cuidado ao expor fotos em redes sociais ou envia-las por mensagem de celular para terceiros, por exemplo).

O blog Tecnocrata Digital, especializado nessa cultura ascendente, publicou um infográfico com dados reveladores sobre o comportamento dos jovens brasileiros na internet - e do qual selecionamos o quadro acima (veja o post completo no Tecnocrata - design por Alysson Assis).

Os números mostram que o cyberbullying está presente entre dois dois terços dos jovens conectados à rede, metade deles como opressores, e a outra, como vítimas. A situação é alimentada pelo anonimato que a internet proporciona, reconhecido por quase 70% dos entrevistados (todos os números foram compilados no site da revista Exame).

O agravamento desse tipo de violência é identificado como preconceito por 11% dos jovens ouvidos. Preocupante, os casos extremos - em que há o abandono da escola, isolamento em casa e quebra do convívio social, chegam a 3%.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Especial Bullying – Jogando limpo com a criança que tem estrabismo

Sinceridade. Pode até doer no coração dos pais, mas esta é a palavra de ordem para lidar com o estrabismo, tenha a criança que nasceu com essa característica atingido idade suficiente para entender o caso, ou quando o problema aparece com ela já “grandinha”.

Se o tratamento por um lado pode ser demorado – sofrido, muitas vezes (e essa informação não deve ser negada à criança), tampouco pode ser escondido que será passageiro e que há solução e benefícios.

Mas não adianta só ficar no discurso: buscar por diagnóstico e tratamento o quanto antes é obrigação primordial dos pais.

Quem defende a abordagem é Andrea Pulchinelli Ferrari, ortoptista, tecnóloga oftálmica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e presidente do Conselho Brasileiro de Ortóptica (CBOrt – especialidade essa que atua em conjunto com o o médico oftalmologista).

A pessoa com estrabismo evita o contato social por meio dos olhos, logo o principal órgão de relacionamento com o mundo”, explica Andrea, que alerta também para o impacto social e psicológico tão comum aos pacientes, “desde as brincadeiras no processo de sociabilização da criança, em seus anos iniciais, até as primeiras entrevistas de trabalho”.

Diagnóstico e tratamento
A incidência para casos de estrabismo na família torna ainda mais pertinente a avaliação oftalmológica global - parte da rotina de exames realizados imediatamente após o nascimento, mas principalmente o específico para a afecção, por volta dos quatro meses de vida, segundo Andrea.

“Os cinco primeiros anos são críticos no desenvolvimento da visão, que está completa só aos nove”, diz a especialista. O diagnóstico, se positivo para estrabismo, inclui, em grande parte dos casos, adesão ao tratamento com terapia oclusiva, com o uso de “tampão”, como é popularmente conhecido, complementa a Dra. Andrea.

Aproveitar a fase dos “por quês” que vem com o crescimento da criança é a dica para explicar a razão dos óculos, do tampão, enfim, do tratamento como um todo. “Assim, constrói-se um adulto com personalidade livre, longe dos estigmas causados por essa característica”.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Especial Bullying – Abra os Olhos, com Alessandra Dias

O Blog do Oftam aproveita o Especial Bullying para publicar o segundo perfil da seção Abra os Olhos, que desta vez conta a história da paulistana Alessandra Dias.

Quer ser o próximo a ter a história contada aqui? Então não perca tempo! Se você tem boas histórias para compartilhar sobre os impactos do estrabismo e do tratamento em sua vida, escreva já para blogdooftam@gmail.com.

Aproveite para ler o primeiro perfil da seção, clicando aqui.

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A securitária Alessandra Dias, 30, mãe de dois filhos, hoje lida com humor ao ser questionada sobre o estrabismo, ainda que a doença tenha lhe tirado 100% da visão no olho esquerdo.

“Desde muito pequena, não me lembro de olhar no espelho e não ser estrábica”, brinca. A vida corrida, cheia de tarefas e sem qualquer limitação, fez com que não sobrasse mais tempo para pensar nessa característica.

Prova disso é a indiferença com que reage aos olhares alheios - e insistentes. Quando isso acontece, ela pensa, sem perder a descontração: “devo estar realmente bonita”.

Mas custou o tempo da infância e de parte da adolescência de Alessandra para solidificar essa auto-estima, com a ajuda do oclusor oftálmico, óculos e exercícios ortópticos.

“Quando mais nova, era péssimo, como para qualquer pessoa que possui alguma limitação”, admite consciente da inocência nessa fase da vida, ainda que perceba os olhares das crianças. “Não é preconceito, eles querem saber de tudo – e encaram mesmo!”.

Para driblar os típicos altos e baixos que chegam com a juventude, ela adotou uma postura positiva: “procurei ser destaque na sala de aula não pelos apelidos de “vesga”, “zarolha” – enfim, pelo meu “defeito”, e sim pela inteligência, as melhores notas, a leitura (que eu acredito ter o poder de mudar as pessoas) e ganhar popularidade por ser descolada e diferente!”.

Mesmo assim, ela teve que abandonar um curso de inglês pela reação dos alunos ao seu estrabismo, e por “travar” quando tinha que falar. Isso, logo na área em que os três irmãos são professores e coordenadores de escolas.

Para os pais de uma criança estrábica, ela recomenda conversa, tratamento (“quanto antes melhor”) e nada de comodismo, já que o momento de confusão da infância e adolescência fica pior com a doença e dificulta o aprendizado.

Palavras finais, Alessandra?: “Corram atrás dos sonhos, não importa qual seja ele. O estrabismo não nos faz piores nem impede a felicidade. Nada pode parar um homem quando ele acredita em seu objetivo”.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dia Mundial da Visão

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14 de outubro é o Dia Mundial da Visão. Inspirado pela data, o Blog do Oftam criou esses dois selos acima, para lembrar que o estrabismo tem cura sim - desde que tratado logo cedo.

Por isso, não espere que os sintomas apareçam, e leve seu filho ou filha para realizar os exames preventivos o quanto antes!

A qualidade de vida também passa pela saúde dos olhos! Um bom Dia da Visão para todos!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

ESPECIAL BULLYING - No Jornal da Tarde


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Mais um artigo publicado na imprensa sobre o tema bullying, desta vez no editorial do Jornal da Tarde, de São Paulo (SP), assinado por Anita Adas, coordenadora pedagógica da Divisão de Sistemas de Ensino da Editora Saraiva (clique na imagem para aumentar).
Yoomp